segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

QUANDO É QUE O SER HUMANO DEIXARÁ DE SUPLICAR AOS CÉUS AQUISIÇÕES EXTERNAS!..

Vencida essa fase infantil, o Ser Humano, por conhecer melhor as Leis de Reencarnação e de Causa e Efeito, já não ficará empolgado para Suplicar aos Céus, valendo-se dos Espíritos Ascensionados, tão somente a aquisição de bens externos, mas terá grande desvelo para trazer de seu universo interno ao seu consciente os Atributos de Deus, com auxílio dos Espíritos Superiores. Assimilada a Proposta do Cristianismo Renovado: - Surgirá no Homem-espécie, de maneira tranquila e natural, a quietude interior. Ele, mais harmonizado com a divindade, irá empenhar-se com segurança e altivez para vivenciar novos patamares ético-morais, convicto de que os Céus são conquistados na Terra. Dessa forma, sem sofrimento nem lamúrias, abdicará da ânsia do ter transitório para enriquecer-se do ser eterno – Deus em si. - Os Espíritos Superiores formam correntes de pensamento, sendo que todos são empenhados em uma só causa – o Despertar do Cristo Interno da criatura humana para a glória do Cristo-Pai. Com o Eu Crístico em ação consciente, surge na vida da pessoa a sagrada alegria de viver para aprender a ser útil aos semelhantes. - O indivíduo, ao sentir as Consciências Ascensionadas, nota sua percepção se expandir... Percebe aumentar sua interação com a Mãe Natureza... E, naturalmente, se torna mais expressivo e atuante na Obra de Deus. É possível notar em nós as alterações psicoemocionais-espirituais e somáticas, com a simples leitura que estamos fazendo, quando vamos delineando Os Novos Rumos do Cristianismo. Portanto, não nos descuidemos. Renovar o Cristianismo é Renovar o Cristão... É Renovar a sua relação com a Divindade Suprema – o Autor da Vida – e com os demais filhos do mesmo Pai-Criador. Permitam os Céus que as Consciências Evoluídas, Ascensionadas, Angélicas, Arquiangélicas e as demais que integram as Mansões Celestiais façam parte de nossas aspirações luminosas! Texto extraído do livro; “Os Novos Rumos do Cristianismo”, de Adolfo Marques dos Santos, Cap.13, Pag. 141

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