segunda-feira, 21 de novembro de 2016

PORQUE AS CRIATURAS NÃO TEM ACESSO À HISTÓRIA DE VIDAS PASSADAS?

Pergunta: Se o espírito encarnado tivesse acesso à sua história reencarnatória, não lhe seria de bom proveito? Isso não o estimularia para o eterno amanhã, sem deter-se em erros de vidas pretéritas? Resposta: As humanidades planetárias são formadas por espíritos de vários níveis evolutivos. Na Terra, por enquanto, se a maioria tiver acesso às suas vivências, poderá travar o seu impulso evolutivo ou, até mesmo, encaracolar-se com os acontecimentos do passado, por falta de harmonia interior e equilíbrio para se ver em situações fora dos princípios ético-morais ensinados pelos representantes do Cristo-Pai. Após a limpeza energético-espiritual pela qual a Terra está passando, as novas gerações serão formadas por espíritos mais conscientes quanto à vida eterna. Assim, será comum as pessoas terem conhecimento sobre suas vidas anteriores. O espírito, quando um pouco mais evoluído, ao conhecer o seu passado, sente vontade de investir em conhecimentos transcendentes e transformá-los em vivência, seguindo princípios superiores que libertam a alma de seu cativeiro psíquico. Quanto mais ele dilata a consciência, mais descobre o quanto precisa estudar para se esclarecer e, também, evoluir para ascender e transcender. Na Terra, existem aqueles que conhecem seu passado; embora sejam minoria, preferem silenciar. Outros não revelam à sociedade o seu passado para não assumirem posturas ético-morais compatíveis com a evolução que possuem. Estes não têm dúvida de que a quem mais é dado, mais é cobrado. Dessa forma, covardemente, silenciam para evitar cobranças externas. Diante da Lei da Evolução, quem não se torna operante na obra de Deus é catalogado por lesa-evolução. Portanto, o silêncio-omissão não é a melhor opção. À medida que o espírito evolui, deixa de infringir os Estatutos da Vida e, consequentemente, tem vidas mais proveitosas. Chegará a determinado grau evolutivo em que ele, mesmo encarnado, ficará consciente em sua memória subjetiva, ou seja, ele ficará consciente dos registros que, para os menos evoluídos, estão na região do inconsciente. Nesse estágio, olha para trás, vê a sua história de erros e acertos e, se lhe aprover, poderá relatá-la com naturalidade e segurança. Texto extraído do livro; Os Novos Rumos do Cristianismo”, Cap.4, Mentalismo Crístico, Pag. 54 de Adolfo Marques dos Santos, Edtª do Conhecimento. 2016-11-21 José Capinha

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