quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

OS SERES HUMANOS DAS NOVAS GERAÇÕES TERÃO MAIS VIGOR NA VELHICE.

Pergunta: Os lares terrenos serão transformados em escolas para o exercício do aperfeiçoamento do espírito na Era do Mentalismo? Resposta: Deus é a infinita bondade e a infinita justiça. A bondade d’Ele nos oportuniza para que, por meio do amor carnal e transitório, além de infinitos outros meios, despertemos o amor espiritual, incondicional e eterno. Com a progressiva aquisição de conhecimentos transcendentes, haverá também a eterna expansão do Eu Crístico do ser humano. Por não haver ponto final para a plenitude, já que a evolução é eterna, os novos lares terrenos terão o progressivo magnetismo do afecto, do carinho, do amor, da ternura. Paulatinamente, serão transformados em ambientes sob os auspícios do Evangelho do Nazareno Mestre. Como o tempo para cada espírito adquirir a plenitude é a eternidade, inicialmente os lares continuarão sendo escolas abrigando bom percentual de alunos desalinhados, tendo em vista que, para ser segura, a evolução tem de ser lenta. Mas, aos poucos, com a miscigenação entre a genética terrena e a trazida pelos espíritos “índigo” da constelação das Plêiades, os lares serão transformados em santuários. Os seres humanos componentes das novas gerações, quando adentrarem a velhice, continuarão com vigor, voz altiva, semblante agradável e olhos expressando vida... Isso porque, conhecendo a Lei da Reencarnação, se preocuparão em viver alegremente mesmo na velhice, em vez de ficarem preocupados com a morte. Em nosso actual orbe, vive-se muito pouco, pois alimentam em si o medo do desencarne. Com tal atitude, os lares ficam com energias pesadas e com aparência geriátrica terrena. Ambientes sem vida, alegria, sorriso, beleza, sol, flores, perfume ou as cores que identifiquem paz nos corações e gratidão a Deus por mais uma oportunidade reencarnatória. A criatura evangelizada, conhecedora das leis fundamentais da Criação, e que já as transformou em vivência, ao atingir a longevidade não tem razão para rememorar os momentos difíceis da trajectória daquele encarne e mantém a mente fecunda e projectada para o eterno vir a ser... Com tal atitude, o fim da existência não será acompanhado por sentimento de culpa nem por remorso. É constante universal que, à medida que diminui a sua alimentação com carne animal, o ser humano vai adquirindo vida sexual de melhor qualidade. Nesse caso, o “amor sensação” herdado do animal é transformado, na intimidade do coração humano, em “amor divino”. A harmonia dos lares depende de vários factores e, entre eles, o sexual . A restrita área de um lar oportuniza a alma a exercitar paciência, tolerância, benevolência, convivência com as diferenças, rumo à universalização. Logicamente, ninguém vai tornar-se um voluntário cósmico na condição sagrada de instrutor espiritual se estiver em conflito íntimo por se encontrar desarmonizado com aqueles que os senhores do carma reuniram em um mesmo lar. Precisamos aprender a viver e conviver com as diferenças sem perder o equilíbrio. O indivíduo mais cônscio quanto ao sentido divino da vida deve aproveitar a sagrada oportunidade da convivência em família, para, diante dos óbices corriqueiros, motivar-se para estudar, adquirir conhecimentos libertadores e ter a crística condição de exercitar a sua ascensão espiritual. Por ser Deus perfeito, as áreas dos lares em que vivem as famílias também servem para o espírito trabalhar em si a misericórdia, além de dilatarem o amor rumo à família universal. Texto extraído do livro; “Os Novos Rumos do Cristianismo”, Cap. (3) Escolas para a Alma, de Adolfo Marques dos Santos, Editora do Conhecimento

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