quarta-feira, 1 de março de 2017

A DIFERENÇA ENTRE CURA PALIATIVA E CURA DEFINITIVA!...

Pergunta: Seguindo a linha de raciocínio de que o homem é o que ele pensa, se ele pensar luminosamente conseguirá curar-se de seus males físicos? Resposta: Tenhamos sempre em mente que não se consegue burlar a Lei de Deus. É preferível mantermos as nossas reflexões apoiadas nas Constantes Universais para que não haja falhas nas orientações, as quais podem levar as pessoas à decepção se não obtiverem a cura ou outro benefício desejado. As “Curas Paliativas”, procedentes de fora do ser humano, são recursos da Lei do Criador para oportunizar o infractor a, parcialmente refeito, reflectir melhor quanto ao sentido da vida na condição de encarnado e dar novo rumo à existência. Sem mudança de valores, as doenças retornam e podem até receber nomes diferentes, mas foram geradas pelas mesmas energias armazenadas no perispírito. A bondade de Deus poderá oportunizar todos nós com Curas Parciais, mas a Cura Definitiva será sempre por esforço pessoal, já que assim funciona a Justiça Divina. Logicamente, somente a Autocura é definitiva, pois se a Cura plena advier de fora não será por mérito do doente. Logicamente, a qualquer momento, a doença poderá aflorar novamente, nesta vida ou nas próximas. Pensar focando o lado sublime da vida é o nosso exercício crístico até criarmos o sagrado hábito natural de nos mantermos em frequências mentais superiores, a ponto de não contrairmos débitos diante dos Estatutos da Vida. Pela Lei do Mérito, não acontecerá a Cura Definitiva enquanto a Alma continuar enfatizando o lado negativo da vida. Texto extraído do livro; Os Novos Rumos do Cristianismo”, de Adolfo Marques dos Santos; Cap. (9), Pag. 108.

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