domingo, 7 de maio de 2017
HOMENAGEM TERAPÊUTICA ÀS MÃES DA TERRA
Meu Deus!... Eu imagino o estado de êxtase em que ficou Maria quando o Arcanjo Gabriel lhe anunciou que seria mãe do Messias prometido por Vós e predito pelos profetas. Tomada pelo júbilo devido ao ensejo da maternidade, imagino que lhe brotou, por certo, a esperança de dias melhores para aquele povo sofrido.
Imagino, também, Senhor, Maria, durante a gestação, visitada pelos Vossos enviados a povoar-lhe os pensamentos e a encher-lhe o coração com os eflúvios identificadores e motivadores da sacrossanta tarefa da maternidade.
Eu imagino Maria dizendo assim:
Meu Deus!...
Senhor da Terra e dos Céus!...
Uma vez escolhida para, na condição de mulher, dar à Luz um
Arauto da Divindade a serviço da Vida na Terra...
Rogo humildemente a Vossa bênção para o meu amado Filho.
Auxilia-me, Senhor, no despertar do amor que Sois em mim, a fim de que eu possa amparar aqueles carentes de amor, carentes da Vossa presença em seus corações...
Ampara-me, Deus Pai, nessa sacrossanta tarefa da maternidade...
Ajuda-me a servir de canal através do qual Vossa presença acione nas criaturas o amor, e elas reconheçam que, amando, estarão estimulando a vida, buscando a plenitude...
Que eu possa exemplificar, pela vivência, que somos todos carentes do Vosso Amor...
Que a minha vida seja a expressão do amor como resultante da emoção crística...
Que todos, com a presença do Vosso Amado Filho aqui na Terra, se motivem para a vida e vivam a plenitude do amor.
Senhor, meu Deus!...
Eu imagino Maria naquele sublime reencarne, na condição de Mãe do Sublime Mestre... Aquela jovem de elevadíssima sensibilidade psíquica e raríssima beleza humana... Alma plena, de quilate superior interagindo Convosco, Pai de Eterno Amor, para alimentar-se da Seiva da Vida que Sois e manter-se em condições para abrigar em seu sagrado ventre o Vosso Amado Filho – o Nazareno Mestre.
Vejo-me, nessa divagação, acompanhando Maria, a mulher carinhosa, de fala mansa e timbre da ternura, com a humildade dos anjos, a meiguice da maternidade, o sorriso dos serafins, a brandura dos querubins, o fulgor e o dinamismo dos espíritos convictos da Vossa onisciência, onipresença e onipotência.
Transporto-me, nas asas da imaginação, para encontrá-La em júbilo, conversando com o Arcanjo Gabriel de quem recebia instruções, anunciando a Sua predestinação. Lá estava Maria vivendo em um oceano de luzes, de paisagens edênicas e, embora com os pés sobre a terra, a Sua mente divagava pelos confins do Universo, procurando vislumbrar no plano dos Anjos Aquele que fora anunciado pelo Arcanjo Gabriel que seria o Seu amado filho... A Luz do Mundo, o Sal da Terra.
Ah! Meu Deus!... Como é bom imaginar Maria no dia a dia da Sua vida... Imaginar o Seu sorriso angélico a abrandar os corações daqueles que, embora carentes de Vós, eram plenos de fé, e que se permitiam ser envolvidos por Ela, a motivar-lhes a vida, notificando que era chegada a hora de o planeta receber o Filho muito amado do Cristo Planetário, o Arauto da Divindade na Terra... Aquele que conclamaria os homens a se empenharem com afinco e coragem para perseguirem a sua reforma íntima, a fim de alcançarem o Reino dos Céus.
Naquelas introspecções de Maria, vejo a excelsa presença de Jesus em ligação fluídica a transmitir-Lhe vibrações de refazimento, de estímulo à vida plena, de gratidão, de emoções crísticas oriundas do Seu divino plano, de carinho e ternura por Aquela que seria o casulo sagrado, através do qual chegaria à nossa dimensão para anunciar o Vosso Reino.
Deus Pai, Criador de todos os mundos!... Imagino-me vendo o semblante da jovem predestinada, com a presença do Arcanjo Gabriel conversando com Ela de maneira bem amistosa, bem natural, de forma que a jovem Maria, mesmo dentro da esfera áurica da iridescência [1] arquiangélica de Gabriel, se sentisse à vontade, sem temores quanto à presença Daqueles que pertenciam a outras dimensões.
Após esses colóquios com Gabriel, em momentos de saudade, lá estava Maria dedilhando uma cítara e cantando hinos de louvor ao Criador... Hinos de louvor à vida... E os Céus, respondendo às Suas manifestações de fé, pontilhavam o ambiente de luzes que pareciam arco-íris em movimentos sincronizados. Naquele ambiente de rara beleza, rendilhado com encantadoras refulgências de luzes as mais variadas, os Anjos do Senhor da Vida magnetizavam Aquela que abrigaria no seu seio o Anjo orientador da humanidade terrena.
Deus Criador!... Quando os anjos que acompanhavam o descenso vibratório de Jesus durante mais de mil anos terrenos, viram-No dando os primeiros sinais de que Ele havia atingido a dimensão do corpo material... Eu imagino o êxtase da corte celestial dos anjos que acompanhavam a descida de Jesus... Imagino todos aqueles espíritos ajoelhados diante do berço do Menino-Luz, agradecendo a Vós, Supremo Deus, Senhor da Vida!... Agradecendo pelo sucesso após séculos e séculos de trabalho técnico, acompanhando o descenso vibratório Dele, o Divino Sol, para encaixar-Se, por esforço pessoal, em um diminuto e frágil corpo biológico.
Senhor!...
E Maria!... E Maria segurando pela primeira vez o corpinho do Seu filho angelical!...
E Maria levando-O ao seu peito e afagando-O entre os Seus braços!...
E Maria vibrando em júbilo pelo sucesso de todos que participaram do maior evento de todas as épocas no planeta Terra!...
E Maria!... Deus de Infinito Amor!...
E Maria em contacto físico com o sublime anjo dos Seus sonhos, Aquela Pérola Preciosa emitindo luzes policromáticas de encantadora beleza que despertavam em todos os seres humanos as mais crísticas emoções espirituais!...
Que emoção, meu Deus!...
Que emoção teve a Santíssima Mãe!...
Que emoção sentiu a jovem Maria, naqueles instantes que se perpetuaram para a eternidade!...
Senhor, meu Deus!...
Após a dócil Maria sair daquele torpor de bênçãos, eu imagino vendo-A recolhida, enternecida, ajoelhada sobre a mãe terra, perto do berço do Menino Jesus, com o semblante da meiguice que Lhe era tão próprio, com o sorriso angélico que possuía, fazendo uma prece de gratidão ao Autor da Vida, rendendo graças a Vós, meu Deus, meu Criador!
Maria, tomada por excelsa emoção, sentindo a doce sensação de paz e júbilo, respirando dentro da esfera áurica refulgente do berço, escutando as melodias dos anjos da música, vendo em redor da Sua casa os animais curiosos espiando pelos buracos das paredes o que estava acontecendo naquele ambiente sagrado e festivo... Eu imagino Maria arrebatada em emoções crísticas, orando... Orando... E daqueles olhos voltados para os Céus saindo lágrimas do êxtase divino... Lágrimas do júbilo... Lágrimas de gratidão à Causalidade Absoluta que Sois, meu Deus de Amor e Justiça.
Ah!... Meu Deus!
Imagino ainda Maria acompanhando o crescimento do seu Filho angelical... Sentindo intuitivamente que o seu jovem primogénito era um missionário a serviço do Pai na Terra.
Imagino Jesus, em um fim de tarde primaveril, sentado em um banco de madeira rústica à frente da Sua casa, conversando com Maria, Sua mãe.
Em volta da casa, os jardins tão próprios de Maria, colorindo o ambiente... Os animais deitados na relva... Os pássaros dando os seus últimos gorjeios, pois se despedindo para o recolhimento da noite.
No horizonte, o Sol se pondo para ceder lugar às estrelas... E a Lua, com a sua energia benfazeja e mágica, dando os primeiros sinais da sua presença na participação daquele colóquio entre filho e mãe, ouvindo o discurso de gratidão do Meigo Jesus, Aquele Anjo que sabia que a mulher é o lado feminino de Deus... É fonte eterna de eterna inspiração... Símbolo da ternura, do desprendimento, da renúncia consciente...
Nessa hora, nesse encontro, eu imagino o meigo Jesus segurando as mãos de Maria como quem segura uma pérola preciosa. Ele se reportando à Sua infância, quando aquelas mãos dedilhavam sobre o Seu corpo fazendo-Lhe carícias... Aquelas mãos que em muitos momentos estiveram postas para, em um ato de contrição e fé, agradecer à Suprema Fonte da Vida a oportunidade da maternidade.
VAMOS IMAGINAR JESUS FALANDO PARA MARIA
Minha mãe!...
Abençoado o ventre que te fez mulher!...
Abençoado o teu ventre que Me proporcionou a vida!...
Abençoadas todas as mulheres que se entregam à maternidade!...
Maria, minha mãe!...
Mãe de ternura, mãe de candura, Mãe de meiguice e afabilidade.
Obrigado por ter Me permitido vir ao mundo dos encarnados
Trazer a palavra do nosso Pai, Senhor de todos os Mundos.
Obrigado!...
Obrigado por Me ter agasalhado em teu peito,
Com o amor que é o sol da vida,
Com a mansuetude tão própria dos espíritos femininos.
Obrigado, mãe querida, por Me ter oportunizado trazer ao mundo a mensagem do Meu Pai.
Trazer aos homens a esperança, a orientação e motivar-lhes a adquirirem a paz no coração!...
Mãe, senhora da vida!...
Vou falar sobre o Reino de Deus aos homens de boa vontade.
Vou-lhes induzir a que se amem...
Que amem uns aos outros, pois somos todos irmãos, filhos do mesmo Pai.
Vou-lhes falar do Reino dos Céus.
Vou-lhes falar das Leis do nosso Criador.
Vou-lhes falar da síntese de todas as verdades.
Minha mãe!...
Vou conduzir os homens ao êxtase divino, a ponto de sentirem
em seus âmagos a presença de Deus...
Vou fazê-los ouvir com o coração a voz do meu Pai a dizer-lhes:
Eu Sou o calor do Sol da manhã a vivificar a natureza.
Eu Sou a energia que impulsiona o desabrochar das flores, para exalar o perfume que nelas Sou.
Eu Sou a Fonte Eterna da Vida a desdobrar-Me em miríades de outras vidas, na imensidão do Cosmo que Sou.
Eu Sou o êxtase que te invade o coração para manifestares o divino que Sou em ti.
Eu Sou o sorriso da criança que dá os primeiros passos no mundo da forma.
Eu Sou a ternura do velho que aprendeu A Arte de Interpretar a Vida.
Eu Sou a carícia materna a inundar o teu coração com o amor de mãe que Sou.
Eu Sou o calor do primeiro raio de sol da primavera a florir e colorir o teu planeta.
Eu Sou a beleza da melodia que ouves advinda do recôndito Eu do Universo.
Eu Sou a eterna harmonia do Todo Criado.
Eu Sou espírito, Sou energia e Sou matéria.
Eu Sou a bondade que perdoa e a justiça que disciplina.
Eu Sou a nebulosa que nasce e o sol que se desintegra.
Eu Sou a Lei que rege o Universo e o Universo que Sou.
Eu Sou a força da vida a conduzir os Meus filhos a evoluírem,
ascenderem e transcenderem.
Eu Sou o cântico que a Criação entoa ao Criador de todos os
mundos.
Eu Sou Tudo e Sou o Todo.
Eu Sou teu Pai.
Eu Sou tua Mãe.
Eu Sou o Amor.
Eu Sou a Vida.
Eu Sou DEUS.
(Extraído do livro A ARTE DE INTERPRETAR A VIDA, de Adolfo Marques dos Santos, Editora do Conhecimento)
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