terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

A EUTANÁSIA É A MORTE POR CONVENIÊNCIA!..

A EUTANÁSIA É A MORTE POR CONVENIÊNCIA!.. O Enfermo que “Morre pela Eutanásia”, passa por um sofrimento muito grande. Quando é ministrada a Injecção, ela apenas actua sobre o “Corpo Biológico”, que Morre, mas o Espírito Imortal e o Perispirito não. O Espírito continua Ligado ao seu Corpo Físico, em estado “hirto”, o qual lhe provoca um sofrimento atroz, até que termine o tempo determinado para aquela encarnação, que pode durar dias, meses ou mesmo anos. A EUTANÁSIA PERANTE A “Leis Cármica” Todo aquele que extingue ou ajude a extinguir a Vida pela “Eutanásia” coloca-se em débito para com a “Lei Cármica” e ficará ligado ao paciente por várias encarnações. Segundo a “Lei do Carma”, o Homicida “Piedoso” ficará comprometido, futuramente, com o Espírito que ajudou a libertar-se do Corpo Físico antes do prazo determinado pelo seu programa de rectificação cármica. AS CONSEQUÊNCIA PARA PESSOA QUE INTERROMPE A VIDA ATRAVÉS DA EURANÁSIA? Toda a criatura que interrompeu o Ciclo de Vida pela “Eutanásia”, depois de cumprir um longo processo de rectificação no “Plano Espiritual” terá de voltar à Terra para completar o Ciclo de Vida Interrompido, em condições ainda piores que aquelas que teve na Encarnação que interrompeu. Reencarnará para cumprir integralmente as suas provas, segundo determinação da “Lei do Cárma”, respeitante ao acto praticado pela “Eutanásia” A QUESTÃO DA EUTANÁSIA ESTÁ SOBURDINADA A DOIS PONTOS: 1º A quem pertence o Corpo que se extingue? 2º A quem cabe o Direito da Vida? É óbvio que o Corpo Físico não passa de empréstimo a prazo limitado, feito pelo “atelier” da Terra ao Espírito Encarnado, que o deverá devolver após o prazo combinado. Quanto à Vida, pertence a “Deus”, que no-la concedeu para que possamos cumprir mais uma etapa de aprendizado, mas sem nos desligarmos do “Todo”. Deste modo, não fomos nós que construímos “pessoalmente” o nosso Corpo Físico, mas é da “Leia da Evolução” que durante milénios, vem se encarregando de construí-lo para o nosso uso provisório. É óbvio, pois, que não temos o Direito de interferir na Vida desse Corpo e apressar-lhe a Morte, pois a “Lei reza” e claramente nos comprova que isso só pertence a “Deus” – “O Divino Doador da Vida” Embora a Parentelha do Mundo, ou a Ciência Humana, acredite que esse sofrimento atroz não tem sentido. E resolve intervir. Mas não tem em conta o caso particular do Espírito que está em Débito para com o “Contrato Sideral”, e liquida-o pela “Eutanásia” antes do prazo determinado pela “Técnica Sideral”, a fim de atender aos “bondosos sentimentos” do coração humano impedindo de se corrigirem, ainda em tempo, os descuidos e as contradições de “Deus”. O entanto, essa gloriosa sabedoria humana ignora que apenas transfere para outra Vida Futura a mesma soma de sofrimentos que foram reduzidos pela “Eutanásia”. Toda intervenção indébita sempre implica uma punição, perante a “Lei”. É perigoso adoptar a “Eutanásia” pois, quantas vezes esse “Matar por Piedade”, não se poderá confundir com a exaltação de “Matar por Comodismo”. Há o perigo de praticarmos a “Eutanásia”, quando se pode tratar apenas de um acto “Cómodo”, mais interessante a nós do que ao próprio doente. Podemos estar a inverter esse “Sentimento de Piedade”, ao vermos alguém sofrer sem possibilidade de alívio e salvação, e queremos afastar da nossa visão o quadro atroz da dor alheia, ou porque nos está perturbando o sossego. Daí muitas vezes praticar-se a “Eutanásia”, não como um acto “Piedoso”, em favor do Moribundo, mas como um acto “Cómodo” sob a hipnose de uma “Piedade” que disfarça uma solução do nosso próprio interesse. Praticar a “Eutanásia” por “Piedade”, não passa de “Matar por Ignorância”, delito que o seu “Piedoso” não escapará de rectificar no futuro. Como disse “Jesus”: - Até o simples passarinho não morre sem que seja da vontade de “Deus”. Assim, tudo o que Acontece em Nossas Vidas sempre obedece a um senso de Sabedoria e Justiça Superior. Portanto se examinar-mos certos enfermos incuráveis à luz cármica, verificamos que muitos deles são antigos promovedores de Estrepolias, Rapinagens ou Planos Maquiavélicos em Encarnações Anteriores. Texto extraído do livro; “A Sobrevivência do Espírito” de Ramatis, psicografado por Hercílio Maes, Edt. do Conhecimento 2020-02-18 José Capinha

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