terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

ORAÇÃO SEM AÇÃO NÃO QUALIFICA O ESPÍRITO AO REINO DOS CÉUS!...

Vivamos o presente, estudando tudo que for inerente às duas realidades da vida: material e espiritual. É sempre bom ter em mente que o Céu se conquista na Terra e que o indivíduo deve trabalhar-se para evoluir e ascender e, ao mesmo tempo, trabalhar para prover suas necessidades existenciais com o suor de seu rosto. Observemos com olhos da logicidade: - Não há possibilidade de o Espírito adquirir mérito a ponto de ter condições para adentrar os Pórticos Celestiais, se, na vida existencial, ficar só rezando enquanto almeja o Céu, ou só trabalhando para suprir suas necessidades na Terra. As Leis da Evolução exigem equilíbrio entre a razão e o sentimento, pois o Nazareno Mestre disse que era preciso orar e vigiar. - O trabalho realizado pela razão fortifica a Alma para graduar-se à emoção com segurança, harmonia e equilíbrio. Em sua condição sagrada de força criadora, o trabalho é alavanca a impulsionar a Alma ao autopolimento com o objetivo divino de diplomar-se aos planos dos bem-aventurados. - A Oração, sem a ação transformadora ensejada pelo conhecimento transcendente que liberta a consciência, não qualifica o Espírito para ele, com o seu Eu Crístico, alegremente sintonizar-se com a frequência do Cristo-Pai e tornar-se mais operante durante a encarnação. Percebe-se, assim, que a conduta de quem se dedica somente à Terra ou somente ao Céu não é saudável, pois, ao retornar ao outro lado da vida e constatar as oportunidades negligenciadas, o Espírito poderá entrar em processos traumatizantes, os quais têm possibilidade de afetar sua conduta nas próximas vidas. Procuremos, sem delongas, vivenciar as emoções humanas seguindo os princípios ético-morais ensinados pelos Espíritos Superiores, pois travar as emoções é fugir da vida. É do conhecimento de todos que, quanto mais o Espírito evolui, mais se emociona com o Criador, com a Criação e com as criaturas. Texto extraído do livro; “Os Novos Rumos do Cristianismo”, de Adolfo Marques dos Santos; Cap. (10), Pag. 117

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Pérolas de Esperança: QUANDO É QUE O SER HUMANO DEIXARÁ DE SUPLICAR AOS ...

Pérolas de Esperança: QUANDO É QUE O SER HUMANO DEIXARÁ DE SUPLICAR AOS ...: Vencida essa fase infantil, o Ser Humano, por conhecer melhor as Leis de Reencarnação e de Causa e Efeito, já não ficará empolgado p...

QUANDO É QUE O SER HUMANO DEIXARÁ DE SUPLICAR AOS CÉUS AQUISIÇÕES EXTERNAS!..

Vencida essa fase infantil, o Ser Humano, por conhecer melhor as Leis de Reencarnação e de Causa e Efeito, já não ficará empolgado para Suplicar aos Céus, valendo-se dos Espíritos Ascensionados, tão somente a aquisição de bens externos, mas terá grande desvelo para trazer de seu universo interno ao seu consciente os Atributos de Deus, com auxílio dos Espíritos Superiores. Assimilada a Proposta do Cristianismo Renovado: - Surgirá no Homem-espécie, de maneira tranquila e natural, a quietude interior. Ele, mais harmonizado com a divindade, irá empenhar-se com segurança e altivez para vivenciar novos patamares ético-morais, convicto de que os Céus são conquistados na Terra. Dessa forma, sem sofrimento nem lamúrias, abdicará da ânsia do ter transitório para enriquecer-se do ser eterno – Deus em si. - Os Espíritos Superiores formam correntes de pensamento, sendo que todos são empenhados em uma só causa – o Despertar do Cristo Interno da criatura humana para a glória do Cristo-Pai. Com o Eu Crístico em ação consciente, surge na vida da pessoa a sagrada alegria de viver para aprender a ser útil aos semelhantes. - O indivíduo, ao sentir as Consciências Ascensionadas, nota sua percepção se expandir... Percebe aumentar sua interação com a Mãe Natureza... E, naturalmente, se torna mais expressivo e atuante na Obra de Deus. É possível notar em nós as alterações psicoemocionais-espirituais e somáticas, com a simples leitura que estamos fazendo, quando vamos delineando Os Novos Rumos do Cristianismo. Portanto, não nos descuidemos. Renovar o Cristianismo é Renovar o Cristão... É Renovar a sua relação com a Divindade Suprema – o Autor da Vida – e com os demais filhos do mesmo Pai-Criador. Permitam os Céus que as Consciências Evoluídas, Ascensionadas, Angélicas, Arquiangélicas e as demais que integram as Mansões Celestiais façam parte de nossas aspirações luminosas! Texto extraído do livro; “Os Novos Rumos do Cristianismo”, de Adolfo Marques dos Santos, Cap.13, Pag. 141

domingo, 19 de fevereiro de 2017

PORQUE A SUPLICA QUE ALGUMAS PESSOAS FAZEM AOS CÉUS NÃO SÃO OUVIDAS!...

Pergunta: É comum as pessoas, principalmente as que seguem alguma religião, pedirem ao Céu lenitivo para suas dores, cura para suas doenças etc. Por que nem sempre são ouvidas? Resposta: Todas são ouvidas, porque Deus é Onipresente, mas nem todos os seres humanos já adquiriram mérito para receber as dádivas da Providência Divina conforme desejam. Vejamos por quais motivos nem todos obtêm as benesses dos Céus amparados pelos emissários de Deus: - Muitos encaram sofrimentos, dores e doenças como dádivas, pois, se as dificuldades fossem sanadas, eles poderiam onerar mais ainda o carma negativo. Daí a dificuldade já ser a própria bênção. - Quantos querem ficar bons das doenças, mas não têm coragem para abandonar os vícios? Quantos desejam ficar livres de seu mal, mas não abrem mão de sua maldade? - Quantos almejam riqueza material, envaidecidos e soberbos, para continuar oprimindo seus semelhantes? - Quantos só conseguem acordar e dar sentido sagrado à vida após substanciais perdas, dores, sofrimentos ou doenças? - Quantos só começam a valorizar a saúde e a vida depois que ficam doentes e sentem a encarnação ameaçada? - Quantos cegos, surdos e mudos estão no exercício do ver, ouvir e falar com misericórdia, como recursos educativos implícitos na legislação divina? - Quantos suplicam paz para si, mas vivem em eterna guerra íntima e, também, com o mundo à sua volta? Como não existe acaso na obra do Criador, a nossa dificuldade é compreender o funcionamento das leis do Supremo Legislador – Deus. Assim, carreguemos a nossa cruz elegantemente, pois, se reclamarmos, ela se tornará mais pesada. Texto extraído do livro; “Os Novos Rumos do Cristianismo”, de Adolfo Marques dos Santos, Cap. (8), pag. 101. 2017-02-19 José Capinha

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

SEM EVENGELHO NÃO HÁ EVOLUÇÃO

Parábolas do Evangelho à luz dos Adventos Crísticos O SEMEADOR (Mateus, 13, 1-23) ...Um semeador saiu a semear. E, semeando, parte da semente caiu ao longo do caminho; os pássaros vieram e a comeram. Outra parte caiu em solo pedregoso, onde não havia muita terra, e nasceu logo, porque a terra era pouco profunda. Logo, porém, que o sol nasceu, queimou-se, por falta de raízes. Outras sementes caíram entre os espinhos; os espinhos cresceram e as sufocaram. Outras, enfim, caíram em terra boa; deram frutos, cem por um, sessenta por um, trinta por um. Aquele que tem ouvidos, ouça. Jesus, o Agrónomo Celeste, conclama-nos nessa parábola à reflexão sobre o livre-arbítrio de que somos dotados e à perseverança, pois Deus não impõe, mas dispõe. Convida-nos a semear a palavra sem nos preocuparmos com a qualidade do terreno da alma humana. O que o Criador quer é oportunizar a todos. Mostra-nos também Jesus que o agricultor habilidoso não deve deixar de semear ainda que o solo se mostre árido, já que, em muitos casos, a esterilidade espiritual é vencida pelo simples toque de uma mão que procura santificar as suas ações; por almas ascensionadas que regam e adubam consciências com a fertilidade do conhecimento libertador e com a água viva da convicção na onipresença de Deus; por almas conscientes de que o preconceito que leva o homem a julgar pela aparência, por lhe faltar acuidade na visão interior, impede-o de perceber que do pântano nasce o lírio imaculado. ...Olhai os lírios dos campos, como crescem... O semeador, consciente de que o efeito da ação primeiramente retorna à causa, segura no arado sem olhar para trás e vai espalhando a Boa-Nova, imbuído dos mais puros propósitos, harmonizado com a alma do cosmo, sem se preocupar com o resultado da sua semeadura. Por conceber a onisciência de Deus, quer participar livremente da Sua obra, porque sente intuitivamente (a exemplo da semente que se desintegra no seio da terra para se integrar ao todo vegetal) vontade de se sintonizar com as correntes de pensamentos superiores, em cuja frequência identifica a pulsação do amor na eternidade universal; quer se integrar livremente, por ressonância, às leis cósmicas na condição existencial ao Todo Essencial – Deus e, mais ainda, por saber que, por ser a semeadura livre, deve divinizar tudo o que faz, a fim de colher bons frutos, pois a colheita é obrigatória. Trata-se de um convite ao homem pacífico e manso por natureza que, detendo o livre-arbítrio ou a liberdade, quer adquirir a sua libertação, operando incondicionalmente na obra do Pai, para poder acelerar a sua autorrealização, consciente do dever cumprido. Considera-se tão-somente um tarefeiro do Senhor a semear o ensinamento que liberta, tendo por campo os diferentes espíritos que compõem a humanidade. O semeador da parábola, em sendo um convicto, persevera. Não fica atrelado ao insucesso, ainda que a maior parte da sua semeadura, simbolizada pelos homens desatentos da primeira semente, pelos incipientes da segunda e pelos frágeis na fé da terceira não tenha produzido frutos. Observam-se nele a pureza de propósito, a inteligência e a sabedoria para lidar com os diferentes níveis de consciência. Nada impõe: apenas lança a semente do Evangelho renovador sem perder a ternura. Entre todas as riquíssimas parábolas do Mestre, esta é um eterno convite ao homem de todas as latitudes cósmicas que, pela perseverança, conseguir penetrar no solo duro dos corações desconectados da fé, rompendo o convencionalismo do humano ser e se enraizando mesmo diante das intempéries. Uma vez observado que o terreno duro e ressequido não se faz propício à germinação da semente da Boa-Nova, deve o homem buscar nas profundezas do seu próprio âmago os nutrientes capazes de transformar e vitalizar as almas desatentas, indolentes, não-perseverantes... No solo pedregoso do humano rígido, mas sem firmeza, porque portador de conceitos superficiais quanto à vida eterna do Eterno Pai, as raízes não conseguem se aprofundar o suficiente para sustentar a mensagem do Evangelho Renovador: tais são as sementes que simbolizam os desprovidos do saber que conduz ao conhecer para libertar. É o estágio da infância espiritual do homem que só percebe o universo à sua volta pelos sentidos físicos e que, por ser muito primário, é egocêntrico, ou seja, não consegue ainda expressar o amor com abrangência, por se encontrar muito mais afinizado com os instintos inferiores. A semente que germinou (embora, logo após, tenha sido asfixiada pelos espinhos) caracteriza o homem que vivencia a fase dual, que se sente atraído pelo divino, mas ao qual falta coragem para se desapegar dos prazeres efémeros e da busca de resultados imediatos; já possui bons sentimentos, porém se encontra ainda desprovido de elos consistentes que possam sustentar a sua trajetória rumo ao imponderável. É uma fase evolutiva que se caracteriza por grandes conflitos íntimos, por verdadeira guerra entre o eu divino e o ego pessoal. Bem diferente é para quem já experienciou Deus quando das suas ações crísticas... Para quem saboreou, por meritório esforço, a liberdade... Este se sente, por amor ao próximo, no dever de conduzir os iniciantes à conscientização da vida espiritual. Assim é o homem consciente que trabalha na vinha do Senhor, símbolo do solo fértil a dar frutos em abundância... É o homem crístico, identificado pela semente que transforma a sua divina fagulha em benesses para outrem. O Agrónomo Divino — Jesus —, ao lançar as sementes da Boa-Nova, sabia que cairiam em diferentes solos e que nem todas dariam frutos. Mas, como é da Lei oportunizar a todos, mesmo que grande parte das sementes não tenha produzido frutos, não Lhe faltou convicção, e os poucos homens que fizeram germinar a Sua mensagem libertadora foram o suficiente para percorrer dois mil anos, convidando todos a despertar em si, na era de Peixes, o amor universal. Para o fim do último milênio e início deste, foi prevista a poda da árvore do Cristianismo, pois os enxertos que descaracterizaram a mensagem original, não permitindo a produção dos frutos sazonados, serão extirpados com uma dolorosa cirurgia, a da ...separação do joio e do trigo… Desde o momento em que o Nazareno Mestre plantou a semente iniciática da doutrina do Cristo-Pai, a árvore generosa do Cristianismo vem amparando espíritos de todos os quilates, de todas as envergaduras morais, sempre na expectativa de transformar terrenos duros, pedregosos ou cheios de espinhos em terrenos férteis visando as colheitas de luz, mesmo levando em conta os enxertos sofridos nesses 20 séculos e os parasitas astuciosos e resistentes aos mais diversos germicidas. Texto extraído do livro, “O Evangelho e a Lei de Deus” de Adolfo Marques dos Santos

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

CARATERISTICAS DE PESSOAS COM A FERIDO DO ABANDONO!...

DESPERTAR DA FERIDA: Entre um e três anos, com o Progenitor do sexo oposto. Falta de alimento afetivo ou do tipo de alimento desejado. MASCARA: Dependente. CORPO: Alto, esguio, falta de tónus muscular, abatimento, pernas fracas, costas curvadas, braços que parecem demasiado compridos e que pendem ao longo do corpo, partes do corpo descaídas ou flácidas. OLHOS: Grandes, triste, olhar que atrai. VOCABULÁRIO: Ausente, só, não, não suporto, devoram-me, não me deixam em paz. CARÁTER: Vítima. Fusional. Necessidade de presença, de atenção, de suporte e sobretudo de apoio. Dificuldade em tomar decisões ou atitudes sozinho. Pede conselhos e muitas vezes não os segue. Voz de criança. Dificuldade em ouvir um não (aceitar uma recusa). Tristeza frequente. Chora facilmente. Atrai a piedade. Um dia alegre um dia triste. Agarra-se facilmente aos outros. Psicótico. Vedeta. Procura independência. Gosta de fazer sexo. MAIOR MEDO: Solidão. ALIMNETAÇÃO: Bom apetite. Bulímico. Gosta de alimentos moles. Come lentamente. DOENÇAS: Costas, asma, bronquites, enxaquecas, hipoglicemia, agorafobia, diabetes, disfunções das glândulas suprarrenais, miopia, histeria, depressão, doenças raras, doenças incuráveis. Texto extraído do livro; “As Cinco Feridas”, de Lise Bourbeau

ANDRE TRIGUEIRO ENTREVISTA DR. JORGE ANDRÉA DOS SANTOS